“Em termos de características clínicas, esta síndrome apresenta-se mais frequentemente com hematemeses e menos frequentemente com melenas ou hematoquézias, em relação à úlcera péptica”, explica o primeiro autor da investigação, acrescentando que “apesar de a síndrome de Mallory-Weiss ser classicamente considerada uma causa de hemorragia menos grave que as restantes, a mortalidade não é significativamente diferente à da úlcera péptica”.
Em conclusão, o especialista defende que estes doentes “devem ser tratados com cuidado e em centros de referência”. Veja o vídeo.


























































































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