O caso retrata uma mulher de nacionalidade brasileira, a viver em Portugal desde 2012, que apresentava um “quadro com dois anos de evolução de disfagia intermitente para sólidos e líquidos, que localizava à zona mais inferior do esterno, e que vinha a aumentar e agravar progressivamente. A doente referia também episódios de sialorreia, dor torácica e de regurgitação de alimentos não digeridos”, sem outros sintomas acompanhantes, descreve a Dr.ª Rita Barosa.
Os exames realizados permitiram diagnosticar uma doença de Chagas. De acordo com a gastrenterologista, “o atingimento gastrointestinal da doença de Chagas é raro e requer uma elevada suspeita diagnóstica” e “ocorre na fase crónica da doença”, resultando de “uma destruição do plexo mioentérico e submucoso”.
Assista ao vídeo para conhecer o caso clínico.


























































































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