Este trabalho parte da premissa de que “as principais células que causam resistência à terapêutica são as células estaminais cancerígenas, responsáveis pela recidiva”, explica a investigadora do iMed – Universidade de Lisboa.
Tendo em conta a reduzida taxa de sucesso das terapêuticas existentes no âmbito do cancro do cólon, a equipa de investigadores crê que “o micro-RNA não-codificante poderá suprimir as propriedades destas células” e sensibiliza-las para quimioterapia.
“A combinação de quimioterapia com estes agentes, que têm como alvo as células estaminais cancerígenas, poderá ser uma nova estratégia terapêutica para o tratamento de cancro do cólon”, acredita a Dr.ª Sofia E. Gomes.


























































































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