Durante esta sessão, foram apresentados quatro casos clínicos e feita uma revisão das indicações terapêuticas para estes casos, incluindo as cirurgias neoadjuvante e adjuvante.
A especialista do Instituto de Patologia e Imunologia Molecular da Universidade do Porto (IPATIMUP) explica que foi avaliada “a possibilidade de introduzir terapêuticas dirigidas a marcadores específicos, nomeadamente o ER2, ou terapêuticas dirigidas ao checkpoint imunológico”.
Uma estratégia já utilizada noutras áreas da Oncologia mas que, no que respeita ao cancro do estômago, ainda não foi adotada. “É obrigatório que nós tenhamos consciência dessa oportunidade”, defende a Prof.ª Doutora Fátima Carneiro, adiantando que “os patologistas devem identificar a morfologia dos cancros e encontrar biomarcadores”.


























































































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